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Mutirão coleta lixo nos rios Paraná e Iguaçu

Mutirão coleta lixo nos rios Paraná e Iguaçu
Por Edilma DDuarte

Ação realizada pela empresa Echaporã/Kattamaram II, na manhã desta sexta-feira, 22 de março, data em que somos convidados a refletir sobre a água, sua importância vital para todo o planeta e a forma que lidamos com ela, revela que nada avançamos em se tratando de cuidados e preservação.

 

Em três horas de atividade um grupo de voluntários, a maioria do curso de Ciências Biológicas da Universidade Uniamérica, retirou das águas e encostas dos rios Paraná e Iguaçu, cerca de 150 quilos de lixo.

 

O material recolhido é variado. Vai das indefectíveis garrafas pet, a peças de mobiliário, sapatos, roupas, pneus e muito plástico.

 

Os prejuízos provocados pelo lixo atirado indiscriminadamente nos rios, já são visíveis. Peixes e animais silvestres estão morrendo em virtude da poluição.

 

Em vários trechos, não bastasse a grande quantidade de detritos, é possível observar inúmeros esgotos despejados nas águas, sem qualquer tipo de tratamento. O mal cheiro provocado por esses esgotos se espalha por toda a margem aonde pescadores se acomodam.

 

Conscientização de sustentabilidade

 

Para a bióloga da Echaporã, Layanna Zigiotto, o grande desafio da atualidade é a conscientização da sociedade.  “Ações pontuais como esta que realizamos tiram dos rios 200, 300 quilos de lixo, mas não resolvem o problema. Estamos preocupados com a qualidade dos recursos hídricos, mas precisamos investir na conscientização. É disso que estamos tratando quando nos propomos a realizar eventos como este”, salientou.  Layanna destaca ainda o envolvimento da comunidade acadêmica nessas iniciativas. “Eles vão atuar futuramente, irão colaborar nesse processo”.

 

Preocupada com a grande quantidade de plásticos recolhida no mutirão, a bióloga cita o grande impacto causado ao planeta pelos derivados de petróleo. “Esse material demora cerca de 500 anos para se transformar em microplástico, e nem sabemos ainda mais quanto tempo isso leva para se decompor! ”.

 

A falta de conhecimento da população acerca do destino desses matériais, após o descarte, é citada por Layanna Zigiotto que defende a reciclagem como um caminho positivo.

 

 Por Assessoria 

 

 

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